caçadores são presos sáo presos e multados.

Publicado em

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Dois caçadores, que são vizinhos de fazendas em Batayporã, na região leste de Mato Grosso do Sul, foram presos, indiciados por crime ambiental e multados em R$ 36,5 mil após serem flagrados com gaiolas e carne de animais silvestres no freezer, além de estarem com quatro espingardas de caça e munições, nessa terça-feira (12).

A equipe da Polícia Militar Ambiental fazia monitoramento no Rio Ivinhema e recebeu denúncia de caça ilegal e captura de animais silvestres. Eles então acionaram reforço dos policiais que faziam a fiscalização terrestre e foram ao local, distante 30 km da cidade de Batayporã.

Ainda conforme a polícia, na varanda do imóvel, o suspeito de 49 anos estava com seis gaiolas contendo aves silvestres, como curiós, corrupião e pássaros-preto, sem autorização ambiental. Já no freezer haviam três animais da espécie tatu-galinha (Dasypus Novemcinctus), que está na lista de extinção e um animal da espécie cutia (Dasyprocta punctata).

Questionado sobre ao crime, o suspeito assumiu e ainda apontou a participação de um funcionário de outra fazenda vizinha, de 42 anos. Na sequência, foi apreendida uma espingarda calibre 28; uma espingarda caibre 36; um cano de espingarda caibre 22, adaptado para uma espingarda calibre 36 e um rifle calibre 22, bem como 12 munições calibre 22 intactas e dois cartuchos calibre 36 carregados.

Ambos foram autuados e multados administrativamente em um valor total de R$ 36.5 mil pela caça ilegal e por manter as aves silvestres ilegalmente em cativeiro. Eles receberam voz de prisão e foram encaminhados, juntamente com o material apreendido, à delegacia de Polícia Civil de Batayporã.

A dupla deve responder pelo porte ilegal de arma e tem pena de dois a quatro anos de reclusão e, o de posse, de um a três anos de detenção. Já o crime ambiental de caça é de seis meses a um ano detenção, com aumento devido ao tatu-galinha estar em extinção e, pela manutenção das aves em cativeiro, cuja pena é de seis meses a um ano e meio de prisão.

Mais Artigos

Exército Inaugura Placa em Homenagem à Marechal Rondon Como parte das comemorações dos 155 anos de nascimento do marechal Cândido Mariano da Silva Rondon – celebrados em 05