MS registra 6ª morte por meningite

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Considerada endêmica no Brasil, a meningite já matou seis pessoas em Mato Grosso do Sul apenas em 2026. A doença, que é considerada endêmica no Brasil, pode ser prevenida através da vacinação. 

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde(SES), a meningite pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Em alguns casos, os sintomas evoluem, podendo causar a morte da pessoa.

Para evitar a grande maioria, a melhor forma é a vacinação, que está disponível gratuitamente no SUS, protegendo as principais causas da meningite bacteriana. 

Conforme dados, Mato Grosso do Sul o cenário de Mato Grosso do Sul nos últimos anos é o seguinte:

  • 2022: 134 casos confirmados; 
  • 2023: 132 casos confirmados; 
  • 2024: 131 casos confirmados; 
  • 2025: 115 casos confirmados; 
  • 2026: até a semana 15 – 22 casos confirmados e 6 óbitos. 

O maior número de óbitos está relacionado à meningite bacteriana, com três registros, seguido por meningite por pneumococo (1), meningite por fungos (1) e meningite não especificada (1). 

Em Campo Grande, somente nos cinco primeiros meses são 13 casos confirmados e quatro mortes. Para a Secretaria Municipal da Saúde (Sesau), apesar dos números, a situação está controlada e não apresenta indicativo de aumento do padrão esperado. 

A imunização faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI) do SUS e disponibiliza as seguintes vacinas: 

  • BCG (ao nascer); 
  • Pentavalente (para crianças de 2, 4 e 6 meses); 
  • Pneumocócica 10-valente (para crianças de 2, 4 e 12 meses); 
  • Meningocócica C (para crianças de 3, 5 e 12 meses); 
  • Meningocócica ACWY (para adolescentes de 11 a 14 anos). 

A transmissão da doença pode ocorrer por meio de gotículas respiratórias, como saliva, tosse ou espirro, o que reforça a importância de medidas de prevenção, principalmente em ambientes coletivos. 

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