Caneta emagressedora no SUS para 250 pacientes considerados superobesos em fase de teste

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A avaliação vai começar com um grupo de 250 pacientes considerados superobesos e que apresentam quadro de comprometimento cardíaco. Esses pacientes estão na fila da cirurgia bariátrica, por isso, foram escolhidos para participar dos testes, que será conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição.

Segundo o ministro, a ideia é avaliar como esse tipo de medicamento pode ser utilizado no sistema público. As informações foram concedidas ao jornal O Globo.

“É possível que tenha impactos econômicos positivos, como reduzir fila de cirurgia bariátrica, reduzir complicações cardíacas relacionadas à obesidade e ao diabetes. Esse é um primeiro passo para saber como essa tecnologia pode ser incorporada no SUS”, detalhou o ministro.

Além disso, Padilha pontua que medicamentos de 17 empresas estão sendo analisados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com possibilidade de registro no país.

A manifestação dessas empresas interessadas aconteceu depois que o Ministério da Saúde e a Anvisa fizeram um edital chamando empresas com condições de produzir e registrar versões brasileiras das canetas emagrecedoras.

“Desse edital tivemos uma que saiu com o seu registro. Outras 17 apresentaram pedidos, que ainda estão sendo analisados. Quanto mais empresas produzindo aqui, mais medicamentos como esses registrados, mais baixo o preço. A gente consegue derrubar os preços que são abusivos com uma concorrência maior”, disse, ainda, o ministro ao O Globo.

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