Queimada no Pantanal aumenta gera preocupação com ausência de chuva

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Dados de 2026 indicam que, até o momento, houve um aumento de 770,7% da área queimada no bioma, quando comparado aos índices de 2025 nesse mesmo período do ano, de 1º de janeiro a 15 de julho.

Segundo o informativo elaborado pela equipe técnica do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) e do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul), em 2025, a área queimada, em hectares, do bioma do Pantanal era de 6.762. No entanto, em 2026, são 58.878.

Isso, claro, é resultado do aumento dos focos de calor na região. Em 2025, eram 69, mas, em 2026, já são 149 — 115,9% a mais.

A previsão para os próximos dias, porém, não traz alívio para este cenário. De acordo com o Cemtec, até a próxima quinta-feira (23), haverá predomínio de sol, com temperaturas mínimas variando entre 25°C e 28°C e temperaturas máximas entre 34°C e 38°C.

Isso, claro, é resultado do aumento dos focos de calor na região. Em 2025, eram 69, mas, em 2026, já são 149 — 115,9% a mais.

A previsão para os próximos dias, porém, não traz alívio para este cenário. De acordo com o Cemtec, até a próxima quinta-feira (23), haverá predomínio de sol, com temperaturas mínimas variando entre 25°C e 28°C e temperaturas máximas entre 34°C e 38°C.Mas não é só a região pantaneira que está sob alerta para incêndios em vegetação. A previsão da probabilidade de fogo para o trimestre de agosto, setembro e outubro de 2026 mostra que a maior parte de Mato Grosso do Sul se encontra sob níveis de risco de fogo, entre ‘atenção’ e ‘alerta’.
Mas não é só a região pantaneira que está sob alerta para incêndios em vegetação. A previsão da probabilidade de fogo para o trimestre de agosto, setembro e outubro de 2026 mostra que a maior parte de Mato Grosso do Sul se encontra sob níveis de risco de fogo, entre ‘atenção’ e ‘alerta’.

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